Anitta na Vogue: o que aconteceu nos bastidores da capa? Confira aqui

Álbum novo, palco principal do Coachella, artista mais ouvida do Spotify Brasil, top 2 na Billboard Global, show no GP de Miami e capa da Vogue Maio: Anitta chegou ao topo depois de desbravar um caminho nunca antes percorrido por outro artista do Brasil.

“Eu não queria cantar só para ganhar dinheiro, queria um propósito. E saber que as coisas mudaram depois de mim”, diz ela em entrevista exclusiva para as nossas páginas. Enquando a revista não chega nas bancas, quer saber o que aconteceu nos bastidores do shooting para a nossa edição de aniversário? Desvendamos mais a seguir:

Anitta tinha aterrissado em Nova York há apenas algumas horas e já se encontrava a postos na cadeira do estúdio de fotos, prontíssima para começar seu glam — leia-se: maquiagem e cabelo para fotografar a capa.

Lá fora, um céu sem muitas nuvens e clima não-tão-quente-nem-tão-frio anunciava um belo dia de primavera na Big Apple, tudo evidente dos janelões do estúdio no Chelsea com vista para o rio Hudson.

O mood envolvia várias trocas de look — mais de dez — e a equipe toda estava animadíssima para o dia que se sucederia, Anitta inclusive. Falante, sorria, não à toa, sendo apresentada aos membros da equipe (e lembrando de cada um por trabalhos anteriores) responsável pelo conjunto da obra, a.k.a., a capa.

A cantora se preparava para uma forte investida no mercado norte-americano. No fim de semana anterior, só se falava da festa de aniversário repleta de nomes conhecidos que ela tinha dado em Las Vegas, a seis horas de voo dali. Seu hit “Envolver” dominava as paradas internacionais e figurava nos charts mais disputados, do Spotify à Billboard.

Nos fins de semana seguintes (e ainda antes do lançamento desta capa), ela fez história como a ao se apresentar no festival Coachella, levando a favela carioca ao deserto californiano. Como se não bastasse, ainda lançaria seu álbum “Versions of Me”, posaria para capas de revista internacionais, daria entrevistas em inglês, espanhol e português, e riscaria o tapete vermelho do Metropolitan Museum of Art para seu segundo Baile do MET, desta vez como convidada da Moschino, vestida por Jeremy Scott. Está bom ou quer mais?

Anitta é de fato o furacão de si mesma: entre um take e outro do fotógrafo Zee Nunes, ela aproveitava para organizar a vida e os mil compromissos que viriam pela frente, mas nem por isso se fazia menos presente no shooting: opinava sobre os looks; ousava em poses e ângulos que, se conhecendo bem, sabia que seriam certeiros; gargalhava com a equipe e as histórias de bastidores; e interagia com as dezenas de câmeras apontadas para ela — além de fotógrafo, assistentes e celulares mil, uma equipe de filmagem de seu próximo projeto audiovisual a acompanhava para cima e para baixo.

Naquela quarta-feira em Nova York, não teve tempo ruim. O time presenciou de antemão as decisões finais da performance no Coachella, viu nascer e crescer a estratégia de pre-saves do novo álbum – e os spoilers que ela liberava pelas redes sociais -, observou a artista posar nua com naturalidade e cheia de classe, e correu para deixá-la perfeita para seus próximos voos, metafórico e literal. Próxima parada?

Fonte: Vogue

Foto: Zee Nunes

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